Categoria: Noticias

  • Hospital do Servidor em SP registra 15 casos de superfungo neste ano

    Segundo a instituição, o homem de 73 anos tinha uma série de comorbidades e sua morte ocorreu por complicações cirúrgicas. A infecção pelo Candida auris pode agravar problemas de saúde já existentes. Superfungo em pacientes do Hospital Estadual do Servidor de São Paulo
    O Hospital Estadual do Servidor de São Paulo já registrou 15 casos do superfungo Candida auris neste ano. Esses organismos são muito transmissíveis e possuem alta resistência aos antifúngicos mais comuns em tratamentos médicos.
    A espécie pode formar colônias na pele e nas mucosas, sem causar sintomas. Contudo, uma ferida, por exemplo, pode fazer com que o fungo entre no corpo, atinja a corrente sanguínea e provoque infecções em diferentes órgãos. Em casos graves, pode atingir o coração e o cérebro, causando febres, calafrios e o agravamento de problemas de saúde já existentes.
    Por isso, a transmissão do Candida auris costuma ocorrer em hospitais, ainda mais com sua capacidade de permanecer em superfícies por longos períodos (semanas ou meses), sendo resistente a desinfetantes convencionais.
    No Hospital do Servidor, dos 15 pacientes identificados com o fungo, apenas um teve infecção. O homem, de 73 anos, tinha uma série de comorbidades e acabou morrendo. Segundo a instituição, a morte não está diretamente relacionada à infecção, mas a complicações cirúrgicas.
    “A gente acredita que não foi por causa da Candida, porque ele estava usando antifúngico e as culturas seguintes mostraram que o fungo não cresceu. Então, acredito que ele morreu em consequência da própria doença que já veio para o hospital”, disse a infectologista Andrea Almeida, do Hospital do Servidor.
    ➡️ Somente testes laboratoriais podem indicar se uma pessoa está ou não com o superfungo. Uma vez que a presença é detectada, os especialistas buscam identificar qual o perfil de sensibilidade desse organismo, ou seja, a quais antifúngicos ele é resistente e quais podem ser utilizados no tratamento.
    Dentre os outros 14 pacientes, a maioria já recebeu alta, mas deve permanecer em isolamento para evitar a transmissão para terceiros.
    Em comunicado, o Hospital do Servidor informou que manterá as medidas de controle e segurança, como o isolamento dos pacientes, higienização e treinamento de suas equipes sobre o assunto, até o meio do ano.
    🔍 O superfungo foi identificado pela primeira vez em 2009, no ouvido de uma paciente internada no Japão. Já no Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi notificada sobre um caso pela primeira vez em 2020, num paciente que estava internado na Bahia.
    Nota do hospital
    “O Hospital do Servidor Público Estadual identificou em 2 de janeiro de 2025 um caso de Candida auris. Imediatamente, o Hospital notificou a Anvisa e adotou todas as medidas de segurança e controle, como a manutenção de pacientes em quartos individuais, higienização intensificada e treinamentos para as equipes. De acordo com o preconizado pelos órgãos de vigilância, a unidade segue realizando coletas mensais por seis meses para análise do cenário. Semanalmente, o HSPE se reúne com a Anvisa para relatar as ações e os resultados das coletas, reforçando as normas de controle de infecção em todo o hospital. Importante salientar que o óbito do paciente de 73 anos foi por causado complicações cirúrgicas e não em razão da infecção do fungo.
    Durante as coletas diárias, notificadas para as autoridades sanitárias, foi identificado a presença do microorganismo em outros 14 pacientes, no entanto, nenhum evoluiu para a infecção, ou seja, sem causar doença, durante a internação e tratamento dos pacientes.
    O HSPE continua aprimorando o trabalho no atendimento humanizado e está reforçando todas as barreiras para garantir a segurança dos pacientes.”



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  • Billie Eilish, Arctic Monkeys e Ludmilla são os preferidos para Lollapalooza 2026, segundo enquete do g1

    Jão, Chappell Roan e Paramore completam top 5 das atrações que os fãs querem ver na próxima edição do festival. Veja a lista. Billie Eilish pula e agita o público na abertura de seu show no Lollapalooza
    Billie Eilish é a atração que os fãs mais querem ver no Lollapalooza 2026, segundo leitores do g1. A cantora, que foi headliner da edição de 2023, liderou a enquete com 8,66% dos votos.
    Atrás dela, nomes internacionais como Arctic Monkeys, Chappell Roan, Paramore e Harry Styles aparecem na lista. Os brasileiros Ludmilla e Jão ficaram em terceiro e quarto lugar na enquete, respectivamente.
    RANKING DO G1: Os melhores e os piores shows…
    ANÁLISE: A programação dos festivais de música está ruim ou nós é que envelhecemos?
    Veja abaixo os 10 artistas mais votados na enquete:
    Billie Eilish, Arctic Monkeys e Ludmilla são os preferidos para Lollapalooza 2026, segundo enquete do g1
    g1
    Quem você quer ver no Lollapalooza 2026?
    Billie Eilish – 8,66%
    Arctic Monkeys – 8,12%
    Ludmilla – 6,74%
    Jão – 6,34%
    Chappell Roan – 4,47%
    Paramore – 4,31%
    Harry Styles – 4,14%
    Oasis – 3,74%
    Iron Maiden – 3,49%
    Pearl Jam – 3,33%

  • Eleições 2026: Lula lidera 2º turno contra todos os concorrentes, diz pesquisa Genial/Quaest

    Pesquisa do instituto Genial/Quaest sobre a eleição presidencial de 2026 divulgada nesta quinta-feira, 3, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa contra todos os potenciais candidatos da direita em cenários de segundo turno. Contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível até 2030, o petista está em vantagem, mas empatado no limite da margem de erro, que é de dois pontos porcentuais.

    Em uma reedição do segundo turno da eleição da 2022, Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro aparece com 40%. Outros 3% estão indecisos e 13% disseram que pretendem votar em branco ou nulo, ou se ausentar do pleito.

    A Genial/Quaest fez entrevistas presenciais com 2.004 eleitores de 120 municípios entre os dias 27 e 31 de março. O índice de confiabilidade é de 95%.

    Se Lula enfrentar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), ele teria os mesmos 44% de intenção de voto, enquanto ela aparece com 38%. Os indecisos somam 3% e outros 15% dos entrevistados responderam que pretendem votar em branco, nulo ou não ir para as urnas.

    Mas se o adversário do petista for o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula tem 43%, enquanto o republicano registra 37% das intenções de voto. Indecisos somam 4% e brancos e nulos são 16%. Em comparação à pesquisa anterior da Genial/Quaest, divulgada em janeiro, a distância entre os dois que era de nove pontos porcentuais caiu para seis.

    Se o candidato da direita for o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o petista tem sete pontos de vantagem. Neste cenário, Lula registra 43% ante 35% do oponente. Os que não sabem em quem votariam são 4%, e o índice de brancos e nulos alcança 19%.

    Em um embate contra o ex-coach Pablo Marçal (PRTB), Lula tem 44% das intenções de voto contra 35% do influencer. Brancos e nulos somam 17% e outros 4% estão indecisos.

    Caso seja o candidato da direita em 2026, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, tem 34% das intenções de voto em um cenário de segundo turno contra Lula, que aparece com 45%. Indecisos somam 4% e 17% disseram que preferem votar em branco ou nulo, ou não ir às urnas. No levantamento feito em janeiro, Lula tinha 44% enquanto Eduardo mantinha os mesmos 34%.

    Já em um cenário de segundo turno entre Lula e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista tem 12 pontos porcentuais de vantagem. O petista tem 43%, enquanto o mineiro aparece com 31%. Indecisos somam 5% e outros 21% responderam que preferem votar em branco ou nulo, ou não ir ao pleito. Zema, porém, cresceu três pontos em comparação à pesquisa de janeiro. Lula, por sua vez, oscilou negativamente dois pontos.

    Em um eventual segundo turno entre Lula e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), Lula tem 44%, enquanto Caiado registra 30%. Entre os cenários apresentados pelo levantamento, este é o com maior índice de votos em branco, nulos ou de eleitores que pretendem se ausentar (22%). Indecisos, por sua vez, somam 4%.

    Apesar da distância de 14 pontos porcentuais, Lula aparece em constante queda em um cenário contra Caiado. Em dezembro, a intenção de voto era de 54% e, em janeiro, passou a ser 45%. O governador de Goiás, por sua vez, tinha 20% e, no último levantamento, chegou a 26%.

    A Genial/Quaest também fez um levantamento espontâneo de intenção de votos, onde os eleitores falam o nome de preferência sem ter acesso a uma lista de pré-candidatos apresentada pelos pesquisadores. Neste recorte, Lula foi citado por 9%, Bolsonaro por 7% e Tarcísio por 1%. Outros nove nomes foram citados, mas não alcançaram 1% das menções. Os indecisos somam 80% e 2% disseram que pretendem votar em branco ou nulo.

  • Mortes de crianças e adolescentes pela PM dobram em SP sob governo Tarcísio sem utilização correta de câmeras, diz estudo


    Uma em cada três crianças e adolescentes mortos violentamente em SP foram assassinados pela polícia, segundo levantamento do Unicef e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Crianças e adolescentes negros são 3,7 vezes mais vítimas de intervenções letais da PM do que brancos. Ryan da Silva Andrade Santos, de 4 anos, morreu após ser baleado no Morro São Bento, em Santos (SP)
    Arquivo Pessoal
    O número de crianças e adolescentes mortos no estado de São Paulo por policiais militares em serviço mais do que dobrou durante a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
    Segundo o levantamento, 77 crianças e adolescentes entre 10 e 19 anos morreram em intervenções policiais no estado em 2024, no segundo ano do governo Tarcísio. Enquanto em 2022, na gestão Rodrigo Garcia, foram 35 vítimas — o que representa um aumento de 120%.
    Os dados são do estudo “As câmeras corporais na Polícia Militar do Estado de São Paulo”, divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
    O g1 mostrou nesta quinta imagens inéditas de policiais militares torturando adolescentes em São Paulo.
    Depois dos homicídios dolosos, a segunda forma violenta mais comum de mortalidade de crianças e adolescentes é a provocada por intervenções policiais, na frente de lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e feminicídios.
    “1 a cada 3 mortes violentas nessa faixa etária acontece devido a ações de policiais militares em serviço. Esse cenário reforça a necessidade urgente de investirmos em políticas públicas de segurança que protejam, de fato, a vida de meninos e meninas, e que garantam prioridade na investigação e responsabilização dos culpados”, afirma Adriana Alvarenga, chefe do escritório do UNICEF em São Paulo.
    Confira o número de mortes de crianças e adolescentes por ano:
    2017: 177
    2018: 149
    2019: 104
    2020: 96
    2021: 46
    2022: 35
    2023: 51
    2024: 77
    O aumento ocorreu no mesmo período em que foram alterados protocolos de uso das câmeras corporais e outros mecanismos de controle das forças de segurança, segundo a organização. (Leia mais abaixo.)
    Um desses mortos é o menino Ryan Silva Andrade, de 4 anos. Ele foi atingido por um tiro disparado por um policial no morro São Bento, em Santos, no litoral Sul paulista, em 5 de novembro de 2024, durante uma ação da PM. Sete policiais foram afastados na época do crime, mas já voltaram às ruas.
    Outro caso é do adolescente Gregory Ribeiro Vasconcelos, de 17 anos, morto com tiros pelas costas disparados por policial militar também em Santos, também em novembro do ano passado.
    “O Gregory era uma criança ainda. Ele era muito alegre, gostava de criança, de bicho. Tanto que a gente tem um cachorro aqui em casa que a gente fala que parece com ele”, conta a irmã.
    Os policiais envolvidos voltaram a trabalhar. “Quero justiça e eu quero que quem fez isso pague, que eles não fiquem na rua fazendo o que deu der na telha só porque eles usam farda, não quero que nenhuma outra família faça o que eu estou passando. É que eu quero justiça”, diz a irmã.
    Número maior
    Segundo o estudo, o número de crianças e adolescentes mortos pela PM pode ser ainda maior. Há uma falha no preenchimento dos boletins de ocorrência no campo idade, que são a base de dados usada no levantamento. Entre 2017 e 2024, 134 registros não possuíam informação sobre a idade da vítima — o equivalente a 23,3% do total de B.O.s.
    Em 2017 e 2024, 1.051 crianças e adolescentes foram mortas por PMs no estado, das quais 735 foram vítimas de policiais que estavam em serviço (69,9%).
    A partir da implementação do Programa Olho Vivo e da adoção das câmeras corporais, a mortalidade dessa faixa etária sofreu uma queda de 66,3%. Em 2019, 104 crianças e adolescentes foram mortas — contra 35 em 2022. Os números voltaram a crescer na gestão Tarcísio, quando houve mudanças no uso do equipamento.
    “As recentes mudanças nas políticas de controle de uso de força resultaram no crescimento da letalidade policial tanto nos batalhões que utilizam as câmeras como nos demais, na evidência de que a tecnologia é importante, mas precisa estar associada a outros mecanismos de controle. As interações entre policiais militares e cidadãos ficaram mais violentas, por isso gera grande preocupação a substituição das câmeras por uma nova tecnologia que não possui gravação ininterrupta. É urgente que tenhamos uma política de controle de uso da força robusta, com supervisão dos agentes”, afirma Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
    Gregory, adolescente morto pela PM
    Arquivo pessoal
    Outro número que cresceu em São Paulo foi o de policiais militares mortos em serviço. Em 2024, 14 agentes foram assassinados enquanto cumpriam sua função, um crescimento de 133% em relação a 2022, quando 6 policiais foram mortos.
    O cenário é oposto ao observado na primeira edição do estudo, lançado em 2023, que indicou uma queda de 66,3% nas mortes de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos entre 2019 e 2022, atribuída ao uso das câmeras corporais e à adoção de políticas para controle do uso da força policial.
    No mesmo período, também houve redução de 62,7% nas mortes gerais por intervenção de agentes de segurança e 57% nas mortes de policiais militares em serviço – tornando a experiência de São Paulo uma referência internacional em políticas de controle da letalidade policial.
    Gráfico com principais números do estudo do Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
    Arte/g1
    Perfil racial
    Os dados também apontam disparidade racial na letalidade policial. Entre crianças e adolescentes, a taxa de mortes provocadas por policiais militares em serviço é de 0,33 para cada 100 mil brancos. Para negros, o índice sobe para 1,22 a cada 100 mil — o que significa que crianças e adolescentes negros são 3,7 vezes mais vítimas de intervenções letais da PM do que brancos.
    Para a chefe do escritório do Unicef em São Paulo, Adriana Alvarenga, esse número “demonstra um pouco da nossa sociedade, que é uma sociedade racista, que enfrenta o racismo em suas diferentes esferas. É preciso investir em informação, em treinamento dos agentes policiais para que a abordagem não seja por características físicas, mas por atos suspeitos”.
    Aumento total de mortes
    Somando crianças, adolescentes e adultos, o número total de mortes por policiais militares em serviço em São Paulo cresceu 153,5% em relação a 2022, saltando de 256 para 353 em 2023 e chegando a 649 em 2024. Confira os dados por ano:
    2017: 641
    2018: 641
    2019: 712
    2020: 657
    2021: 427
    2022: 254
    2023: 349
    2024: 647
    Por dois anos consecutivos, a gestão Tarcísio registrou aumento no número de mortos pela PM. Tanto em 2024 quanto em 2023, a Polícia Militar realizou operações na Baixada Santista. Elas foram consideradas as mais letais desde o massacre do Carandiru, com 56 mortos, no ano passado, e 28, em 2023.
    No início de dezembro, após uma série de casos de violência policial, o governador admitiu que “tinha uma visão equivocada” sobre o uso de câmeras corporais na farda dos policiais militares e disse que estar “completamente convencido de que é um instrumento de proteção da sociedade e do policial”.
    Qual é o perfil das vítimas? A maior parte das pessoas mortas em intervenções da PM são do sexo masculino, negras e jovens. Entre 2017 e 2024, 99,6% das vítimas era do gênero masculino.
    Câmeras
    O estudo também mostra que houve maior aumento das mortes provocadas pela polícia nos batalhões que utilizam câmeras corporais (+175,4%) e nos que não utilizam (+129,5%).
    O estudo usa um levantamento da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, baseado em 457 solicitações de ocorrências entre julho e novembro de 2024, mostrou que a PMESP não forneceu resposta para 48,3% dos casos. No caso das ocorrências respondidas, em apenas 100 casos foi possível realizar a análise das imagens recebidas, o que equivale a 21,9% do total de casos solicitados
    Para Samira, os números indicam que há mau uso das câmeras e que só a posse delas não adianta para a redução da mortalidade.
    “A gente tem um discurso político que foi condenando a utilização das câmeras e minando a política institucionalmente. Há várias reportagens sobre policiais obstruindo a gravação e o estudo da Defensoria Pública apontando sobre a dificuldade de se analisar imagens de ocorrências. Então, o que a gente está dizendo é que a tecnologia importa, mas que é preciso outros mecanismos que funcionem para garantir esse controle sobre a tropa”, diz a diretora.
    O estudo revela que, apesar da continuidade do programa de câmeras corporais em São Paulo, outras políticas e mecanismos adotados no passado sofreram mudanças significativas. Entre 2022 e 2024, houve 46% de redução no número de Conselhos de Disciplina – responsáveis por julgar praças que cometeram infrações ou crimes –, assim como 12,1% de redução no número de processos administrativos disciplinares, e queda na quantidade de sindicâncias e Inquéritos Policiais Militares (IPMs). No caso de IPMs, o volume registrado em 2024 foi o menor dos últimos oito anos.
    “É importante compreender que não são só as câmeras que resolvem o problema. Então tem um conjunto de fatores, de políticas públicas que precisam ser implementadas. Isso tem a ver com as comissões de ética e de disciplina que existem já como mecanismo da Secretaria da Segurança pública, para entender o que vem acontecendo, analisar os casos e identificar medidas que precisam ser tomadas com relação ao policial”, diz Adriana Alvarenga.
    Laudo conclui que tiro que matou menino Ryan partiu de arma de PM em Santos



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  • Polícia de SP mais violenta: proporção de mortes para cada 1.000 prisões sobe de 2022 para 2024, diz estudo


    Em 2022, ano de pandemia, a cada mil prisões/apreensões em flagrante, 2,3 pessoas foram mortas pela polícia. Em 2024, essa proporção passou para 5,3 mortos, diz estudo da Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Investigações e controle disciplinar na PM sofrem queda . PMs matam homem em surto com mais de 40 tiros
    A Polícia Militar de São Paulo ficou mais violenta em 2024 se comparado a 2022, de acordo com o estudo do Unicef e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta quinta-feira (3).
    Em 2022, ano de pandemia, a cada mil prisões/apreensões em flagrante, 2,3 pessoas foram mortas pela polícia. Em 2024, essa proporção passou para 5,3 mortos para cada mil prisões/apreensões em flagrante, mais do que o dobro do período anterior.
    Para combater a afirmação de que em 2021 e 2022 houve redução da letalidade policial porque a criminalidade caiu durante a pandemia de Covid, e, por esse raciocínio, a polícia teria reagido menos aos crimes violentos, os estudiosos fizeram uma proporção de mortes para cada prisão ocorrida nos períodos.
    “Quando a gente pensa em números absolutos, a redução da letalidade na pandemia faria sentido, porque de fato caíram os roubos, caíram vários indicadores de criminalidade, as pessoas estavam mais tempo dentro de casa”, diz Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum.
    “Com isso, a gente fez uma taxa por 1.000 prisões para ‘anular’ essa distorção do período pandêmico. E concluímos que a polícia ficou mais violenta de 2022 para 2024, o que desconstrói esse argumento de que a letalidade só estaria acompanhando alguns dos indicadores de criminalidade, como o de crimes patrimoniais”, completa.
    Em 2022, o estado de São Paulo teve o menor número de mortos por PMs em serviço na história após a implementação do programa de câmeras corporais. A partir de 2023, já na gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), o programa foi desestimulado.
    Tabela mostra a proporção de mortos pela polícia e prisões
    Reprodução
    Investigações e controle disciplinar na PM sofrem queda
    O estudo também mostrou que os procedimentos instaurados entre 2017 e 2024 pela Corregedoria da Polícia Militar do Estado de São Paulo, responsável por investigar denúncias contra policiais, tiveram uma redução expressiva no número de investigações e punições disciplinares na corporação.
    Entre 2022 e 2024, o número de autos de prisão em flagrante delito militar caiu 48,6%, passando de 37 para apenas 19 registros. O número de inquéritos policiais militares também sofreu redução de 5,9%, chegando a 2.222 casos em 2024. Além disso, os processos administrativos disciplinares, fundamentais para garantir a conduta ética dos policiais, tiveram uma diminuição de 12,1% no mesmo período. A queda coincide com o aumento da letalidade policial no estado.
    Os conselhos de disciplina, responsáveis por avaliar a conduta de policiais envolvidos em infrações graves, sofreram uma queda ainda mais drástica, com uma redução de 46% entre 2022 e 2024. Já os conselhos de justificação, que analisam casos mais complexos e podem resultar na expulsão de agentes, registraram uma queda de 12,5% no mesmo período.
    Entre 2019 e 2024, a quantidade de inquéritos policiais militares caiu 25,9%, enquanto os processos administrativos disciplinares tiveram redução de 5,3%. Em contrapartida, o número de conselhos de disciplina aumentou 8% desde 2019, indo na contramão da tendência de queda nos demais mecanismos de controle.
    Segundo os autores do estudo, a diminuição nos mecanismos de investigação e punição pode favorecer a impunidade dentro da corporação, dificultando a responsabilização de agentes envolvidos em casos de violência excessiva e condutas ilegais.
    Procedimentos instaurados pela Corregedoria da PM
    Reprodução
    Gráfico com principais números do estudo do Unicef e Fórum Brasileiro de Segurança Pública
    Arte/g1



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  • Polícia identifica suspeitos de participar da morte de arquiteto baleado após atropelar assaltante


    Jefferson Dias, de 43 anos, passava de carro quando presenciou o assalto a uma mulher e jogou o carro contra o ladrão, que estava em uma moto. Quem era o arquiteto morto tentando impedir assalto no Butantã
    A Polícia Civil de São Paulo identificou dois suspeitos de participarem da morte do arquiteto baleado após atropelar um assaltante, na terça-feira (1º) na Zona Oeste de São Paulo. Câmeras de segurança gravaram o crime (veja vídeos nesta reportagem).
    O Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) não divulgou os nomes dos investigados, que são procurados.
    O caso é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte) porque Jefferson Dias tentou impedir o criminoso de fugir com a aliança e celular que havia acabado de roubar de uma pedestre. Para isso, o arquiteto jogou o seu carro em cima do bandido, que estava numa moto no bairro Butantã.
    O ladrão caiu com o veículo na Rua Desembargador Armando Fairbanks. As imagens também mostram o momento em que ele se levanta, saca a arma e atira no motorista do carro. Jefferson foi atingido por três disparos fatais. Ele morreu no local. A vítima tinha 43 anos.
    O arquiteto de 43 anos morto durante uma tentativa de assalto no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, era recém-casado e planejava ter filhos. Jefferson Dias foi baleado ao tentar evitar a fuga de um ladrão que, momentos antes, tinha roubado o celular e a aliança de uma mulher.
    Muito comovida e com os olhos marejados, a irmã dele, Jaqueline Dias, contou, em entrevista à TV Globo, que o arquiteto era bastante presente e próximo da família.
    “Ele era uma pessoa de coração muito bom. Ajudava todo mundo, a família toda, estava sempre presente, sempre junto”, disse. Ela lamentou ainda a interrupção do sonho do irmão de formar uma família.
    “Ele tinha se casado recentemente. Então, era um desejo deles ter uma família e filhos e, infelizmente, [isso] foi interrompido. Vai faltar ele em todos os almoços aqui em casa, vai faltar ele mandando mensagem. Vai ser horrível, vai faltar um pedaço gigante”, disse a irmã.
    O velório e o enterro dele serão realizados na quinta-feira (3) no Cemitério Parque dos Ypês, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.
    Arquiteto morto ao atropelar ladrão em tentativa de roubo no Butantã era recém-casado
    Arquiteto tentou evitar assalto
    Jefferson passava de carro com um amigo pela Rua Desembargador Armando Fairbanks quando presenciou o assalto a uma mulher por um criminoso em uma moto.
    Câmeras de segurança registraram quando o motociclista subiu na calçada e desacelerou quando voltou para a rua. Neste momento, o arquiteto jogou o carro em direção à moto, atingindo o ladrão.
    O motociclista caiu, mas logo se levantou, foi em direção a Jefferson e fez os disparos. O arquiteto caiu no chão. O amigo que estava no banco do carona conseguiu correr. O criminoso largou a moto, que, segundo a polícia, era roubada, e fugiu a pé.
    A mulher vítima do assalto não se feriu. Uma equipe do Samu socorreu o arquiteto e o levou para o Hospital Universitário, mas ele não resistiu aos ferimentos.
    Arquiteto havia se casado recentemente
    Reprodução
    Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que o caso é investigado como latrocínio (quando um roubo termina em morte) pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC).
    Estatísticas criminais
    A morte do arquiteto se soma às estatísticas de latrocínios. De acordo com dados da secretaria, no primeiro bimestre deste ano, foram registrados 9 casos na cidade de São Paulo.
    Em comparação ao mesmo período de 2024, quando houve 12 latrocínios, a redução foi de 25%.
    Já os homicídios dolosos (quando há intenção de matar) cresceram 16% no mesmo período. Nos dois primeiros meses de 2025, foram registrados 94 casos, com um total de 95 vítimas. No mesmo período de 2024, foram 81 casos e 85 vítimas.
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  • Eleições 2026: Lula lidera 2º turno contra todos os concorrentes, diz pesquisa Genial/Quaest

    Pesquisa do instituto Genial/Quaest sobre a eleição presidencial de 2026 divulgada nesta quinta-feira, 3, mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa contra todos os potenciais candidatos da direita em cenários de segundo turno. Contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível até 2030, o petista está em vantagem, mas empatado no limite da margem de erro, que é de dois pontos porcentuais.

    Em uma reedição do segundo turno da eleição da 2022, Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro aparece com 40%. Outros 3% estão indecisos e 13% disseram que pretendem votar em branco ou nulo, ou se ausentar do pleito.

    A Genial/Quaest fez entrevistas presenciais com 2.004 eleitores de 120 municípios entre os dias 27 e 31 de março. O índice de confiabilidade é de 95%.

    Se Lula enfrentar a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), ele teria os mesmos 44% de intenção de voto, enquanto ela aparece com 38%. Os indecisos somam 3% e outros 15% dos entrevistados responderam que pretendem votar em branco, nulo ou não ir para as urnas.

    Mas se o adversário do petista for o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula tem 43%, enquanto o republicano registra 37% das intenções de voto. Indecisos somam 4% e brancos e nulos são 16%. Em comparação à pesquisa anterior da Genial/Quaest, divulgada em janeiro, a distância entre os dois que era de nove pontos porcentuais caiu para seis.

    Se o candidato da direita for o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o petista tem sete pontos de vantagem. Neste cenário, Lula registra 43% ante 35% do oponente. Os que não sabem em quem votariam são 4%, e o índice de brancos e nulos alcança 19%.

    Em um embate contra o ex-coach Pablo Marçal (PRTB), Lula tem 44% das intenções de voto contra 35% do influencer. Brancos e nulos somam 17% e outros 4% estão indecisos.

    Caso seja o candidato da direita em 2026, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, tem 34% das intenções de voto em um cenário de segundo turno contra Lula, que aparece com 45%. Indecisos somam 4% e 17% disseram que preferem votar em branco ou nulo, ou não ir às urnas. No levantamento feito em janeiro, Lula tinha 44% enquanto Eduardo mantinha os mesmos 34%.

    Já em um cenário de segundo turno entre Lula e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o petista tem 12 pontos porcentuais de vantagem. O petista tem 43%, enquanto o mineiro aparece com 31%. Indecisos somam 5% e outros 21% responderam que preferem votar em branco ou nulo, ou não ir ao pleito. Zema, porém, cresceu três pontos em comparação à pesquisa de janeiro. Lula, por sua vez, oscilou negativamente dois pontos.

    Em um eventual segundo turno entre Lula e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), Lula tem 44%, enquanto Caiado registra 30%. Entre os cenários apresentados pelo levantamento, este é o com maior índice de votos em branco, nulos ou de eleitores que pretendem se ausentar (22%). Indecisos, por sua vez, somam 4%.

    Apesar da distância de 14 pontos porcentuais, Lula aparece em constante queda em um cenário contra Caiado. Em dezembro, a intenção de voto era de 54% e, em janeiro, passou a ser 45%. O governador de Goiás, por sua vez, tinha 20% e, no último levantamento, chegou a 26%.

    A Genial/Quaest também fez um levantamento espontâneo de intenção de votos, onde os eleitores falam o nome de preferência sem ter acesso a uma lista de pré-candidatos apresentada pelos pesquisadores. Neste recorte, Lula foi citado por 9%, Bolsonaro por 7% e Tarcísio por 1%. Outros nove nomes foram citados, mas não alcançaram 1% das menções. Os indecisos somam 80% e 2% disseram que pretendem votar em branco ou nulo.

    Eleições 2026: Lula lidera 2º turno contra todos os concorrentes, diz pesquisa Genial/Quaest



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  • Chuvas intensas atingem 20 estados nesta quinta (3), alerta Inmet

    Fernando Frazão/Agência Brasil

    Instabilidades estão sendo provocadas pela passagem de uma frente fria

    Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)  alerta para chuvas intensas em 20 estados do Brasil nesta quinta-feira (3). O órgão emitiu três avisos, que abrangem sobretudo as regiões Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste (veja detalhes das áreas afetadas mais abaixo).

    mapa do inmet
    Reprodução/Instituto Nacional de Meteorologia

    Órgão sinaliza chuvas intensas em quase todo o Brasil

    As duas categorias são divididas de acordo com sua intensidade:

    Alerta de perigo potencial (amarelo): Chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h). Baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

    Alerta de perigo (laranja): Chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos (60-100 km/h). Risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

    De acordo com a Climatempo, o destaque de hoje vai para o estado de São Paulo, cuja capital pode registrar em apenas 48 horas o volume de chuva estimado para todo o mês de abril. Além disso, o fim de semana deve ter as temperaturas mais baixas dos últimos cinco meses, enquanto o litoral paulista entra em alerta máximo para chuva extrema e mar agitado. Dois alertas englobam a região.

    A Defesa Civil faz as seguintes recomendações para os habitantes dos locais onde há previsão de chuva:

    • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
    • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
    • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

    Confira, a seguir, os principais locais afetados pelas chuvas intensas indicadas pelo órgão.

    Aviso de: Chuvas Intensas

    Grau de severidade: Perigo
    Início: 03/04/2025 10h00min
    Fim: 04/04/2025 10h00min

    Áreas Afetadas: Metropolitana de Curitiba, Macro Metropolitana Paulista, Vale do Paraíba Paulista, Itapetininga, Metropolitana de São Paulo, Litoral Sul Paulista.

    Aviso de: Chuvas Intensas

    Grau de severidade: Perigo
    Início: 02/04/2025 10h00min
    Fim: 03/04/2025 10h00min

    Áreas Afetadas: Sudoeste Amazonense, Vale do Juruá, Norte Amazonense, Sul Amazonense, Vale do Acre.

    Aviso de: Chuvas Intensas

    Grau de severidade: Perigo Potencial
    Início: 02/04/2025 10h00min
    Fim: 03/04/2025 10h00min

    Áreas afetadas: este alerta abrange diversas regiões do país, do Norte ao Sul, com locais no Amazonas, Pará, Maranhão, Tocantins, Ceará, Piauí, Amapá, Roraima e Acre. No Centro-Oeste, alcançam Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. No Sudeste, cobrem partes de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já no Sul, envolvem regiões do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

    Alertas futuros

    O Inmet também sinaliza perigo para chuvas intensas na região Sudeste nos próximos dias, mais especificamente no litoral de São Paulo e no Rio de Janeiro. Esses dois alertas ainda não estão em vigência e podem mudar. Veja os detalhes:

    Alertas futuros indicam perigo para chuva intensa no litoral paulista no Rio de Janeiro
    Reprodução/Instituto Nacional de Meteorologia

    Alertas futuros indicam perigo para chuva intensa no litoral paulista no Rio de Janeiro

    Aviso de: Chuvas Intensas

    Grau de severidade: Perigo
    Início: 03/04/2025 10h00min
    Fim: 04/04/2025 10h00min

    Áreas Afetadas: Metropolitana de Curitiba, Macro Metropolitana Paulista, Vale do Paraíba Paulista, Itapetininga, Metropolitana de São Paulo, Litoral Sul Paulista.

    Aviso de: Chuvas Intensas

    Grau de severidade: Perigo
    Início: 04/04/2025 00h00min
    Fim: 05/04/2025 23h59min

    Áreas afetadas: Sudeste e Sul do Brasil, da Metropolitana de Curitiba até o Norte Fluminense, passa por Campinas, Vale do Paraíba Paulista, Sul Fluminense, Zona da Mata, Metropolitana do Rio de Janeiro e Litoral Sul Paulista.

  • Lula candidato é tão rejeitado quanto Bolsonaro, aponta Quaest

    Presidente e ex-presidente somam 55% de rejeição, só atrás de Eduardo Bolsonaro, que soma 56%. Romeu Zema e Ronaldo Caiado são os menos rejeitados, mas são os candidatos menos conhecidos. Lula (PT) e Bolsonaro (PL)
    Wilton Junior/Estadão Conteúdo e Adriano Machado/File Photo
    Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (3) mostra o presidente Lula (PT) empatado com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em índice de rejeição para a eleição presidencial de 2026. Tanto Lula quanto Bolsonaro têm 55% de rejeição entre os nove potenciais candidatos em 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
    Os dois estão tecnicamente empatados com o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), que tem 56% de rejeição.
    Os menos rejeitados são os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, com 24%, e Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, com 26%. Porém, ambos são os candidatos menos conhecidos dos entrevistados (veja mais abaixo).
    Entre os candidatos com mais chances de voto, Lula tem 41% e empata tecnicamente no limite da margem de erro com Bolsonaro, que soma 39%. Zema (15%) e Caiado (11%) têm os menores índices de intenção de voto.
    Os governadores Ronaldo Caiado (63%) e Romeu Zema (61%) empatam entre os candidatos mais desconhecidos pelos entrevistados, seguidos de Ratinho Júnior (51%). Lula (4%) e Bolsonaro (6%) são os menos desconhecidos.

    Veja os números:
    Lula (PT)
    Conhece e votaria: 41% (eram 47% em janeiro);
    Conhece e não votaria: 55% (eram 49%);
    Não conhece: 4% (eram 4%)
    Jair Bolsonaro (PL)
    Conhece e votaria: 39% (eram 41%);
    Conhece e não votaria: 55% (53%);
    Não conhece: 6% (eram 6%).
    Michelle Bolsonaro (PL)
    Conhece e votaria: 30% (eram 29%);
    Conhece e não votaria: 48% (eram 49%);
    Não conhece: 22% (eram 22%).
    Tarcísio de Freitas (Republicanos)
    Conhece e votaria: 26% (eram 23%);
    Conhece e não votaria: 32% (eram 32%);
    Não conhece: 42% (eram 45%).
    Eduardo Bolsonaro (PL)
    Conhece e votaria: 23% (eram 22%);
    Conhece e não votaria: 56% (eram 55%);
    Não conhece: 21% (eram 23%).
    Pablo Marçal (PRTB)
    Conhece e votaria: 22% (eram 26%);
    Conhece e não votaria: 45% (eram 42%);
    Não conhece: 33% (eram 32%).
    Ratinho Júnior (PSD)
    Conhece e votaria: 20% (eram 17%);
    Conhece e não votaria: 29% (eram 32%);
    Não conhece: 51% (eram 51%).
    Romeu Zema (Novo)
    Conhece e votaria: 15% (eram 15%);
    Conhece e não votaria: 24% (eram 23%);
    Não conhece: 61% (eram 62%)
    Ronaldo Caiado (União Brasil)
    Conhece e votaria: 11% (eram 11%);
    Conhece e não votaria: 26% (eram 21%);
    Não conhece: 63% (eram 68%).
    Eleição presidencial de 2026
    A pesquisa Quaest levantou quais as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. Em cenários de 2º turno, Lula empata com Bolsonaro e vence os demais candidatos.
    A pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, coloca o presidente disputando com: Bolsonaro, que está inelegível pela Justiça Eleitoral, o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o governador de MG, Romeu Zema (Novo), o governador de GO, Ronaldo Caiado (União), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o empresário Pablo Marçal (PRTB) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
    Lula durante evento da Petrobras, em fevereiro
    Ricardo Stuckert/Presidência da República
    A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 27 e 31 de março. O nível de confiança é de 95%.
    Cenários de 2º turno
    A pesquisa criou oito possíveis cenários na pesquisa estimulada para o 2º turno das eleições para presidente, em 2026:
    Cenário 1
    Lula aparece tecnicamente empatado, no limite da margem de erro, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — ele está inelegível pela Justiça Eleitoral até 2030 e não pode se candidatar na próxima disputa presidencial.
    Lula soma 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, 40%. Outros 3% estão indecisos e 13% vão votar em branco, nulo ou não vão votar.
    Veja os números:
    Lula (PT): 44%;
    Jair Bolsonaro (PL): 40%;
    Indecisos: 3%;
    Branco/nulo/não vai votar: 13%.
    Cenário 2
    Em uma eventual disputa contra Michelle Bolsonaro (PL), Lula aparece com 44%, enquanto a ex-primeira-dama tem 38%. Indecisos são 3%, e 15% votariam em branco, nulo ou não votariam.
    Veja os números:
    Lula (PT): 44%;
    Michelle Bolsonaro (PL): 38%;
    Indecisos: 3%;
    Branco/nulo/não vai votar: 15%.
    Cenário 3
    Lula tem 43% das intenções de voto contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que aparece com 37%. Indecisos somam 4%, e 16% indicam votar em branco, nulo ou não votar.
    Veja os números:
    Lula (PT): 43%;
    Tarcísio de Freitas (Republicanos): 37%;
    Indecisos: 4%;
    Branco/nulo/não vai votar: 16%.
    Cenário 4
    Com Ratinho Júnior (PSD) na disputa de 2º turno, Lula soma 42%, e o governador paranaense, 35%. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar, 19%.
    Veja os números:
    Lula (PT): 42%;
    Ratinho Júnior (PSD): 35%;
    Indecisos: 4%;
    Branco/nulo/não vai votar: 19%.
    Cenário 5
    Em uma possível disputa contra Pablo Marçal (PRTB), o presidente Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto o empresário tem 35%. Indecisos são 4% e brancos, nulos e não vão votar, 17%.
    Em fevereiro, a Justiça Eleitoral de São Paulo tornou Marçal inelegível, mas o processo ainda não foi concluído.
    Veja os números:
    Lula (PT): 44%;
    Pablo Marçal (PRTB): 35%;
    Indecisos: 4%;
    Branco/nulo/não vai votar: 17%.
    Cenário 6
    Lula seria escolhido por 45% dos entrevistados em um eventual 2º turno contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que tem 34% das intenções de voto. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar somam 17%.
    Veja os números:
    Lula (PT): 45%;
    Eduardo Bolsonaro (PL): 34%;
    Indecisos: 4%;
    Branco/nulo/não vai votar: 17%.
    Cenário 7
    Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44% das intenções de voto, contra 31% de Zema. Indecisos são 5%; brancos, nulos e não vão votar, 21%.
    Veja os números:
    Lula (PT): 43%;
    Romeu Zema (Novo): 31%;
    Indecisos: 5%;
    Branco/nulo/não vai votar: 21%.
    Cenário 8
    O presidente Lula tem 44% dos votos se tiver como adversário Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, que soma 30%. Indecisos são 4%, e 22% dizem votar em branco, nulo ou não votariam.
    Veja os números:
    Lula (PT): 44%;
    Ronaldo Caiado (União Brasil): 30%;
    Indecisos: 4%;
    Branco/nulo/não vai votar: 22%.
    Alternativas da direita
    O levantamento também perguntou quem deveria ser o candidato da direita se Bolsonaro não for candidato. Tarcísio, Michelle e Marçal empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), aparece empatado com Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.
    Veja os números:
    Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%;
    Michelle Bolsonaro (PL): 14%;
    Pablo Marçal (PRTB): 11%;
    Ratinho Júnior (PSD): 9%;
    Eduardo Bolsonaro (PL): 4%;
    Romeu Zema (Novo): 4%;
    Ronaldo Caiado (União): 4%;
    Eduardo Leite (PSDB): 3%;
    Outros: 1%;
    Nenhum desses: 19%;
    Não sabem/não responderam: 16%.
    A pesquisa também perguntou do que os entrevistados mais têm medo hoje: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar a ser presidente. O levantamento aponta empate técnico entre as duas opções.
    Veja os números:
    Bolsonaro: 44%;
    Lula: 41%;
    Tenho medo dos dois: 6%;
    Não tenho medo de nenhum dos dois: 4%;
    Não sabe/não respondeu: 5%.

  • Falha em equipamento de via causa lentidão na Linha 3-Vermelha do Metrô na manhã desta quinta-feira; plataformas estão lotadas


    Problema acontece desde às 06h44. Metrô diz que trabalha para normalizar a circulação dos trens o mais rápido possível e pede desculpas pelos transtornos provocados. Lotação da estação Barra Funda do Metrô, na Linha 3-Vermelha, na manhã desta quinta-feira (3).
    Hermínio Bernardo/TV Globo
    Uma falha no equipamento de via na região da estação Tatuapé gera lentidão e pausa na circulação dos trens da Linha 3-Vermelha do Metrô na manhã desta quinta-feira (3).
    Segundo a empresa, o problema aconteceu por volta das 06h44 e gera enormes problemas para usuários.
    O telejornal Bom Dia SP, da TV Globo, já registra plataformas completamente lotadas e trens abarrotados de usuários, em razão do problema.
    Os reflexos estão sendo sentidos em toda extensão da linha, inclusive na estação Barra Funda, um dos destinos finais da Linha 3-Vermelha.
    O Metrô SP diz que trabalha para normalizar a circulação dos trens o mais rápido possível e pede desculpas pelos transtornos provocados.
    Lotação da estação Barra Funda do Metrô, da Linha 3-Vermelha, na manhã desta quinta-feira (3).
    Hermínio Bernardo/TV Globo



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