Categoria: Noticias

  • Padilha anuncia 2.279 vagas no Mais Médicos para programa alcançar 28 mil profissionais

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), anunciou nesta segunda-feira (17) o lançamento de edital para a contratação de 2.279 profissionais pelo programa Mais Medicos.

    Na primeira etapa, as vagas estarão abertas para adesão dos gestores de 4.771 municípios, segundo o ministério, sendo que 1.296 municípios terão contratações imediatas e os outros 3.475 poderão manifestar interesse e ter ampliação de profissionais.

    O ministério ainda não divulgou a lista das cidades que serão contempladas. Com as novas contratações, o governo espera preencher as 28 mil vagas previstas no programa.

    Em nota divulgada à imprensa, a pasta disse que o ministro anunciaria uma expansão do programa. As 2.279 vagas, porém, devem levar o Mais Médicos ao número total de vagas que já estavam previstas.

    Em uma etapa seguinte, o ministério deve lançar o edital para os médicos buscarem as vagas. Esta seleção deve ser feita em abril e os médicos devem chegar aos municípios em maio, segundo o ministério.

    “Isso significa o atendimento direto a 60 milhões de brasileiros. Garantindo o atendimento na atenção primária, a presença do médico bem formado, qualificado”, disse Padilha à imprensa. O ministro completou nesta segunda-feira uma semana à frente do ministério.

    Para aderir ao Mais Médicos, os gestores de estados e municípios devem se inscrever no sistema do Ministério da Saúde até 24 de março. O edital irá prever reserva de vagas a médicos negros, quilombolas, indígenas e com deficiência.

    Nesta nova contratação, a região da Amazônia Legal será contemplada com 473 vagas em 709 cidades, segundo o Ministério da Saúde.

    O ministro ainda disse que abriu a operação de salas de situação na Saúde que vão reunir a equipe de diversas áreas para avaliar dados e propor ações sobre redução do tempo de espera para atendimento especializado, tratamento de câncer, saúde da mulher, imunização e produção de medicamentos.

    Padilha repetiu que a prioridade da pasta é reduzir a fila de atendimento especializado. Ele também reafirmou que o Mais Acesso a Especialistas pode receber alterações para “unir toda estrutura de saúde do país”.

    Padilha anuncia 2.279 vagas no Mais Médicos para programa alcançar 28 mil profissionais



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  • Cristo Redentor é fechado após turista morrer nas escadarias

    REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

    Trem do Corcovado é fechado após morte de homem em acesso ao Cristo

    O acesso ao Morro do Corcovado foi fechado nesta segunda-feira (17) após um  turista morrer ao passar mal nas escadarias do Complexo do Alto Corcovado, que dão acesso ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro,  na manhã deste domingo (16). A informação foi confirmada pela Arquidiocese do Rio ao Portal iG.

    Segundo as informações da arquidiocese, o turista foi identificado como o gaúcho Jorge Alex Duarte, de 54 anos. Ele começou a passar mal por volta das 7h39.

    O serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou ao local às 8h13. A equipe de socorristas tentou reanimar o turista, mas sem sucesso, e com isso foi constatado o óbito. Segundo a arquidiocese, o posto médico do complexo estava fechado.

    Jorge estava acompanhado de uma familiar no momento em que visitava o Santuário. Após a declaração da morte, o corpo foi velado pelo padre João Damasceno, na Capela Laudato Si, dentro do complexo.

    Em nota enviada ao Portal iG, o Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor lamentou a morte do visitante e se colocou a serviço da família.

    Ainda, afirmou que o ponto turístico “não possui acessibilidade universal, não possui uma equipe de brigadistas e socorristas nem ambulância. O único posto médico que deveria atender os visitantes fica boa parte do dia fechado”, e que a morte do turista foi um “fruto do descaso e da incompetência” do Parque Nacional da Tijuca (ICMBio).

    “A Arquidiocese do Rio de Janeiro busca a todo momento colaborar com o desenvolvimento do Alto Corcovado, mas esbarra nos entraves burocráticos impostos pelo ICMBio. Diversos projetos estão sem o devido andamento sem nenhuma justificativa legal para tal, inclusive o de colocar uma ambulância de prontidão no Alto Corcovado”, diz em um trecho do comunicado.

    O Portal iG procurou a administração do Parque Nacional da Tijuca (ICMBio) para mais esclarecimentos, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

    Denúncias sobre capacidade e segurança do Complexo

    A morte do turista fez surgir outras denúncias de consumidores sobre a acessibilidade e os serviços do ponto turístico. Com isso, o acesso ao monumento foi suspenso nesta segunda-feira (17) pelo Procon do Rio de Janeiro.

  • PSOL pede que Dino impeça Congresso de avançar contra STF após drible em emendas

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O PSOL entrou com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o Congresso Nacional não possa avançar com pautas que vão contra decisões da corte.

    A manifestação enviada ao ministro Flávio Dino cita especificamente a resolução que dribla o STF para manter sob anonimato os autores das emendas parlamentares de comissão, aprovada na última quinta-feira (13), e o projeto que tenta liberar recursos desta natureza que foram bloqueados, ainda em tramitação.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o primeiro texto permite que parlamentares façam indicações por meio de suas bancadas partidárias, constando apenas a assinatura do líder da sigla, sem identificação do autor original.

    A proposta foi fruto do acordo entre STF e Congresso para dar transparência à destinação dos recursos, mas na prática dribla exigências de Dino quanto à necessidade de publicidade dos nomes que determinam a indicação do dinheiro. O partido chama isso de “emendas dos líderes”.

    Manobra semelhante já havia sido usada pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no final de 2024, também para se esquivar de determinações do Supremo, como mostrou a revista Piauí, na época.

    O PSOL também cita o projeto de lei que já foi aprovado no Senado e agora tramita na Câmara e que pretende destravar bilhões em emendas parlamentares bloqueadas.

    Segundo cálculo da consultoria legislativa dos parlamentares, a proposta tem como alvo R$ 4,6 bilhões em emendas suspensas, mas, segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Casa, ela pode atingir até R$ 16 bilhões.

    Como mostrou o UOL, o próprio Alcolumbre seria o maior beneficiado caso o projeto seja aprovado também na Câmara.

    A manifestação do PSOL a Dino acontece no âmbito da ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 7697.

    O partido pede para que “seja determinado às duas casas que compõem o Congresso Nacional -Senado Federal e Câmara dos Deputados- que se abstenham de propor, colocar em tramitação ou aprovar projetos de lei, de emenda constitucional, de resoluções ou quaisquer medidas tendentes a descumprir” determinações do Supremo.

    As investidas de Dino sobre as emendas parlamentares tiveram seu ponto alto no final do ano passado, quando o ministro fez exigências de transparência para a aplicação dos recursos, suspendeu pagamentos e acionou a Polícia Federal para investigar possíveis irregularidades.

    As medidas abriram uma crise com o Congresso, em especial com Lira.

    As emendas de comissão foram turbinadas após a derrubada, pelo próprio STF em 2022, das verbas de relator, que não tinham mecanismos de transparência.

    Os parlamentares, então, passaram a usar os recursos das comissões temáticas do Congresso para direcionar dinheiro a seus redutos eleitorais, sem a identificação de seus padrinhos.

    Dino exigiu mais transparência e que as indicações fossem votadas pelos colegiados. Ele criticou o mecanismo por transformar emendas de comissão em “emendas de líderes partidários”, já que estes eram os únicos nomes que apareciam nos registros oficiais, e falou em “balbúrdia” do Orçamento.

    Lira manobrou e driblou a determinação para que não houvesse votação e para que as indicações fossem assinadas em conjunto pelos líderes da Câmara, mais uma vez escondendo os autores originais.

    Agora a resolução aprovada pelo Congresso em sua primeira sessão de 2025, que deveria adequar os ritos das emendas para dar mais transparência, manteve vivo o mecanismo de indicação pelo líder partidário.

  • MP-SP pede para SSP pagar R$ 100 mil de recompensa por informações que levem a mandantes da morte de Gritzbach


    Ministério Público pediu para pasta da Segurança ampliar pagamento para quem tiver informações que levem às prisões de ‘Cigarreira’ e ‘Didi’. Pasta já havia anunciado recompensa de R$ 50 mil por ‘olheiro’ do grupo que matou a tiros o delator do PCC. Os três estão foragidos. ‘Cigarreira’ e ‘Didi’ são apontados como mandantes da morte de Gritzbach
    Reprodução/Globo
    O Ministério Público (MP) pediu para a Secretaria da Segurança Pública (SSP) pagar R$ 100 mil de recompensa para quem der informações que levem às prisões dos dois homens acusados de serem mandantes do assassinato de Vinicius Gritzbach, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), em 2024, na Grande São Paulo (saiba mais abaixo).
    A informação foi divulgada nesta segunda-feira (17) à imprensa. A pasta foi procurada pelo g1 para comentar o assunto, mas não havia se posicionado até a última atualização desta matéria.
    A proposta foi feita nesta manhã durante coletiva com os promotores Rodrigo Merli e Vania Stefanoni, na sede do MP, na capital. O entendimento da Promotoria é o de que a SSP pague R$ 50 mil para quem tiver detalhes que possam levar as autoridades ao paradeiro de Emílio Gongorra, o “Cigarreira”. E mais R$ 50 mil para quem der alguma pista que resulte na prisão de Diego Amaral, o “Didi”.
    “Cigarreira” e “Didi” foram denunciados nesta segunda pelo MP à Justiça. Eles foram acusados de serem os mandantes do homicídio de Gritzbach em 8 de novembro de 2024, quando criminosos armados executaram a vítima com tiros de fuzil.
    O ataque ocorreu no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na região metropolitana. Um motorista de aplicativo foi atingido por uma bala perdida e também morreu. Outras duas pessoas foram feridas por estilhaços, mas sobreviveram. Câmeras de segurança gravaram a ação dos bandidos no maior aeroporto do país (veja vídeo abaixo).
    Vídeos mostram por diferentes ângulos execução de empresário no Aeroporto de Guarulhos
    R$ 50 mil por ‘olheiro’
    Os dois mandantes e Kauê Amaral, apontado como “olheiro” do grupo, estão foragidos e são procurados pela polícia.
    Ainda em novembro, a força-tarefa da pasta da Segurança, criada para investigar o caso Gritzbach, havia divulgado oficialmente a recompensa de R$ 50 mil por informações que levassem à localização e prisão de Kauê _ informante do bando que matou o empresário.
    Kauê e três dos executores do crime também foram denunciados nesta segunda pela Promotoria. Todos respondem pelos mesmos crimes de duplo homicídio e dupla tentativa de assassinato.
    Os homens apontados diretamente na execução do ataque já estão presos. Eles são três policiais militares: o cabo Denis Martins, o soldado Ruan Rodrigues e o tenente Fernando Genauro. O trio também foi denunciado pelo Ministério Público pelos assassinatos e pelas tentativas de homicídio.
    Denis e Ruan são acusados de atirarem em Gritzbach, enquanto Fernando foi acusado de levar a dupla de carro e dar fuga a ela do aeroporto.
    A Promotoria também pediu a conversão dos mandados de prisões temporárias dos seis acusados em preventivas (sem prazo para terminar). O Poder Judiciário ainda não se manifestou a respeito da denúncia pelos homicídios e pelas tentativas e das conversões das prisões.
    Kaue Amaral
    Reprodução/TV Globo
    Gritzbach foi morto por vingança
    Segundo a Polícia Civil, Gritzbach foi morto por vingança. Ele era empresário ligado ao ramo imobiliário e lavava dinheiro para o Primeiro Comando da Capital. O processo do caso tem mais de 5 mil páginas.
    De acordo com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), “Cigarreira” mandou matar o desafeto Gritzbach para vingar Anselmo Santa Fausta, o “Cara Preta”, traficante assassinado numa emboscada em 2021. Além dele, o seu motorista, Antonio Corona Neto, o “Sem Sangue”, morreu no ataque. O empresário era suspeito de mandar matar “Cara Preta” e “Sem Sangue”.
    A morte dos amigos, um suposto desfalque financeiro na facção e a delação de Gritzbach, em que ele aponta ligações entre agentes do estado e criminosos do PCC, levaram “Cigarreira” a arquitetar a execução, segundo a investigação.
    Gritzbach entregou esquemas criminosos do PCC e depois denunciou policiais por corrupção em depoimentos ao Ministério Público. Ele respondia a processo judicial acusado de lavar dinheiro da facção por meio da compra e venda de imóveis e postos de combustíveis.
    Em troca da delação, o MP pediria à Justiça para Grtizbach não ser condenado por associação criminosa. Responderia somente por corrupção.
    Quais são os crimes cometidos, segundo o MP
    Segundo a denúncia do Ministério Público contra os seis acusados, eles participaram dos homicídios e tentativas de homicídios de quatro vítimas, com quatro qualificadoras agravantes: motivo torpe, meio cruel, emboscada e uso de arma de fogo de uso restrito.
    O MP ainda avalia se irá denunciar o grupo por associação criminosa.
    Segundo os promotores Vania Caceres Stefanoni e Rodrigo Merli Antunes, responsáveis pela denúncia do Ministério Público, não há dúvidas de que os três PMs agiram com intenção de matar Gritzbach e assumiram o risco de matar e ferir outras pessoas ao atirar no desembarque do aeroporto.
    “Esses seis [acusados] têm participação nos crimes”, disse o promotor Rodrigo durante coletiva de imprensa na sede do MP, nesta segunda.
    As defesas dos seis acusados sempre alegaram que seus clientes são inocentes.
    A pedido do MP, o DHPP vai apurar também em outro inquérito se PMs que faziam a escolta ilegal de Gritzbach também tiveram envolvimento com o assassinato. Os investigadores têm indícios de que alguns deles forneceram informações privilegiadas aos executores.
    “Se existem outras pessoas envolvidas, existe outra parte dessa história a ser contada”, falou a promotora Vania. “A pena [se houver condenação] pode chegar a 100 anos de prisão [para cada um dos acusados, se a Justiça os tornarem réus e eles forem levados a julgamento].”
    Ao todo, 14 agentes da Polícia Militar suspeitos de trabalhar como seguranças para o delator estão presos a pedido da Corregedoria da corporação.
    DHPP conclui o inquérito sobre a morte do delator do PCC Vinicius Gritzbach
    Policiais civis presos por corrupção
    Além da investigação da Polícia Civil e da Corregedoria da PM, a Polícia Federal (PF) investiga os desdobramentos do caso Gritzbach. A PF apura o envolvimento de policiais civis com crimes de corrupção. Os agentes foram delatados à Justiça pelo empresário.
    Em fevereiro, a Justiça tornou rés 12 pessoas, sendo oito policiais civis, por envolvimento com o PCC, lavagem de dinheiro, tráfico, corrupção e diversos outros crimes.
    Segundo o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP, os acusados atuavam em conluio com o PCC e favoreciam a facção. De acordo com os promotores, delegados e investigadores se uniram a criminosos para transformar órgãos como a Polícia Civil em instrumento de enriquecimento ilícito e proteção ao crime organizado.
    O MP pediu que os acusados paguem ao menos R$ 40 milhões como ressarcimento em razão do dano causado pelos crimes cometidos.
    Antônio Vinicius Lopes Gritzbach foi morto na sexta-feira (8) no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
    Reprodução/TV Globo



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  • PSOL pede que Dino impeça Congresso de avançar contra STF após drible em emendas

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O PSOL entrou com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para que o Congresso Nacional não possa avançar com pautas que vão contra decisões da corte.

    A manifestação enviada ao ministro Flávio Dino cita especificamente a resolução que dribla o STF para manter sob anonimato os autores das emendas parlamentares de comissão, aprovada na última quinta-feira (13), e o projeto que tenta liberar recursos desta natureza que foram bloqueados, ainda em tramitação.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o primeiro texto permite que parlamentares façam indicações por meio de suas bancadas partidárias, constando apenas a assinatura do líder da sigla, sem identificação do autor original.

    A proposta foi fruto do acordo entre STF e Congresso para dar transparência à destinação dos recursos, mas na prática dribla exigências de Dino quanto à necessidade de publicidade dos nomes que determinam a indicação do dinheiro. O partido chama isso de “emendas dos líderes”.

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    Segundo cálculo da consultoria legislativa dos parlamentares, a proposta tem como alvo R$ 4,6 bilhões em emendas suspensas, mas, segundo o senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente da Casa, ela pode atingir até R$ 16 bilhões.

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    Agora a resolução aprovada pelo Congresso em sua primeira sessão de 2025, que deveria adequar os ritos das emendas para dar mais transparência, manteve vivo o mecanismo de indicação pelo líder partidário.

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  • Ana Maria Braga comete gafe na Globo e manda beijo para Cássia Eller, morta em 2001

    ARACAJU , SE (CBS NEWS) – A apresentadora Ana Maria Braga cometeu uma gafe no Mais Você, programa que apresenta na Globo, nesta segunda (17). Ela mandou um beijo para a cantora Cássia Eller, que morreu em 2001 vítima de um infarto.

    O beijo ocorreu na abertura da atração, que abriu ao som de “Malandragem”, considerado o maior sucesso da cantora em sua curta e bem-sucedida carreira no rock nacional. “Um beijo, Cassinha”, disse Ana Maria, sem notar a gafe.

    Cássia Eller faleceu em 29 de dezembro de 2001, no auge de sua carreira, com apenas 39 anos, na clínica Santa Maria no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio de Janeiro após sofrer quatro paradas cardíacas, em razão de um infarto repentino.

    Depois, com exames, se descobriu uma má formação no seu coração. Sua obra é bem popular até os dias de hoje.

    Não é a primeira vez que Ana Maria Braga comete gafes do tipo no Mais Você. Em novembro do ano passado, ela chamou o ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de Bin Laden.

    Ana Maria Braga comete gafe na Globo e manda beijo para Cássia Eller, morta em 2001



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  • Ampliar faixa de isenção do IR para R$ 5 mil vai custar R$ 27 bi em 2026 e não mexerá em descontos, diz Haddad

    Haddad revelou que está mantida a tese do imposto mínimo, anunciada pelo governo no fim do ano passado, com algumas alterações pedidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (17) que a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) custará cerca de R$ 27 bilhões em 2026.
    Esses são recursos que deixarão de ser arrecadados pelo governo para beneficiar quem ganha mais do que dois salários mínimos no próximo ano, por meio do aumento da faixa de isenção.
    Porém, de acordo com ele, os descontos no Imposto de Renda não serão alterados.
    Imposto de Renda 2025: programa para declaração fica disponível para download
    Segundo o ministro, a expectativa inicial da equipe econômica era de que a correção custasse R$ 32 bilhões no ano que vem, mas que houve um recálculo do do valor.
    Isso porque o governo pretende, ainda neste ano, elevar a isenção do IR dos atuais R$ 2.824 para R$ 3.036 — o equivalente ao valor de dois salários mínimos.
    “Foi um recálculo porque esse ano vai ter uma pequena correção depois do orçamento, este ano já vai ter uma correção por conta do aumento do salário mínimo. Então muda a base [sobre a qual será aplicada a correção do limite de isenção]”, declarou o ministro Haddad.
    Reunião com Motta e Alcolumbre
    De acordo com o titular da Fazenda, a ideia é fazer o anúncio da ampliação da faixa de isenção nesta terça-feira (18), após reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP).
    Mas ele não confirmou que o anúncio será, necessariamente, nesta terça.
    Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao lado do Presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney e Ministro do Trabalho Luiz Marinho anunciam plataforma virtual para crédito consignado para trabalhadores de empresas privadas.
    TON MOLINA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
    Haddad explicou que está mantida a tese do imposto mínimo, anunciada pelo governo no fim do ano passado, com algumas alterações pedidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
    “Aquilo que foi anunciado com alterações encomendadas pelo presidente Lula, que foi não mexer nos descontos e considerar o CNPJ também. Então foram duas alterações, foram pedidos, ficaram prontas já há duas, três semanas”, concluiu o ministro da Fazenda.
    Compensação
    No fim do ano passado, a equipe econômica informou que, para compensar a perda de arrecadação, pretendia taxar quem ganha mais de R$ 50 mil por mês, o equivalente a R$ 600 mil por ano.
    No fim de 2024, a área econômica informou que a alíquota vai aumentar, progressivamente, para quem recebe acima desse valor até chegar aos 10% para quem tem renda de mais de R$ 1 milhão.
    O aumento da taxa se dará com toda a renda anual, com a inclusão de itens hoje não tributados ou que tem tributação considerada baixa, como dividendos, juros sobre capital próprio e aluguéis. As mudanças ainda precisam passar por aprovação no Congresso Nacional.
    O governo também pretendia, naquele momento, limitar as isenções na área de saúde no IR para quem recebe até R$ 20 mil por mês. Esse ponto ainda tem de ser confirmado, diante da informação que não haverá alteração nos descontos.
    De acordo com o governo, hoje, a alíquota efetiva para os 1% mais ricos é de 4,2%. Já os 0,01% mais ricos pagam 1,75% de Imposto de Renda.

  • Como se preparar para a nova edição do Concurso Nacional Unificado? Especialistas explicam

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A nova edição do CNU (Concurso Nacional Unificado) foi confirmada pelo governo federal e deve ter seu edital publicado até o final deste trimestre. Esther Dweck, ministra da Gestão e Inovação, diz que há expectativa para que as provas da nova edição sejam aplicadas em agosto.

    A primeira edição do concurso contou com 6.640 vagas em 21 órgão públicos. Ainda não é possível saber quantas vagas a nova versão oferecerá, mas duas novas carreiras deverão ser incluídas na seleção: uma para a área de Defesa, Justiça e Segurança e outra para a área de Desenvolvimento Socioeconômico. Os novos cargos serão destinados ao nível superior.

    No final de fevereiro, os resultado finais do CNU foram divulgados pelo MGI. Eduardo Cambuy, professor do Gran Concursos, diz que é esperado que a banca contratada seja divulgada até maio. “Para que essa prova aconteça em agosto, o edital precisa ser publicado pelo menos 90 dias antes, então ele deve sair, no máximo, no início de maio”.

    Na primeira edição, a banca responsável pela organização do concurso foi a Cesgranrio. Agora, o professor do Gran Concursos espera que outras bancas sejam escolhidas, como o Cebraspe ou a FGV Conhecimento, mas só será possível determinar a responsável após a conclusão da contratação.

    ACERTOS E ERROS DA PRIMEIRA EDIÇÃO

    Entre os principais acertos da primeira edição do concurso, os especialistas destacam a sua aplicação nacional. As provas do certame chegaram a 228 municípios de todo o pais, incluindo todas as capitais, com mais de 3.600 locais de provas.

    Cambuy destaca também a junção de diferentes provas em apenas uma. “Apesar de terem pontuações e pesos diferentes, o candidato consegue prestar diferentes concursos dentro de um só”, diz.

    Entre os aspectos negativos, o especialista destaca a logística curta entre as datas, assim, o prazo para a entrega de materiais foi curta, bem como os prazos para envio de títulos e para a confirmação de interesse em cursos de formação.

    “O tempo de prova também pode ser ampliado para pelo menos três horas e, para garantir a transparência, a disponibilização do ranqueamento dos candidatos poderia ter sido feita mais cedo”, afirma o Cambuy.

    Bruno Bezerra, professor do Estratégia Concursos, destaca as listas de espera como um dos aspectos positivos do certame, permitindo que os candidatos sejam convocados de acordo com a necessidade da administração.

    Com relação aos erros, o professor destaca a falta de clareza nas instruções no dia da prova. “Não houve uma padronização na orientação dos candidatos por parte dos fiscais. Isso levou a confusões entre os candidatos sobre a marcação correta do tipo de prova, do número do gabarito, de marcar bolinha, não marcar bolinha, e resultando em várias eliminações de candidatos”, afirma Bezerra.

    COMO ORGANIZAR OS ESTUDOS PARA A NOVA EDIÇÃO?

    Bezerra afirma que os candidatos devem ter atenção com três pontos principais durante suas preparação. O primeiro deles é a antecedência, assim, não é recomendado iniciar os estudos apenas após a publicação do edital.

    Depois, é importante que o candidato monte um planejamento de estudos, distribuindo as suas horas de estudo entre as principais disciplinas. É necessário, assim, estudar a teoria, resolver o maior número de questões de possíveis concursos anteriores e revisar os assuntos estudados.

    O professor avalia que a organização pode colaborar também para amenizar a ansiedade dos candidatos. “Tendo isso, o aluno deve concentrar a sua atenção no que ele deve fazer naquele dia e não ficar pensando em quando virá o edital, em quais matérias virão, se ele vai passar ou não, porque não temos controle a respeitos desses aspectos”.

    Por fim, como ainda não é possível determinar as áreas que serão ofertadas no concurso, o candidato deverá focar, inicialmente, nos temas de conhecimentos gerais.

    “A melhor forma de começar é estudando as matérias de conhecimentos transversais, que são matérias comuns a todos os cargos e, independentemente da competência que o servidor público vai exercer, são importantes para o seu dia a dia”, diz Bezerra.

    Entre as disciplinas mais comuns neste setor, estão: políticas públicas, ética e integridade, administração pública, finanças públicas, diversidade e inclusão e desafios do Estado de direito.

    POUCO TEMPO PARA ESTUDAR?

    Aqueles que tiverem pouco tempo para estudar deverão dedicar mais tempo às matérias de maior peso e aos assuntos mais cobrados pelas bancas.

    “O candidato também deve optar por um material de estudos mais sintético, evitar materiais longos, afinal o tempo dele é curto, assim ele vai conseguir passar pelo máximo de conteúdo”, afirma o especialista.

    Por fim, é recomendado que o candidato se dedique à resolução de questões para realizar um estudo direcionado e com foco aos temas que realmente são cobrados nas provas.

    NOVOS CARGOS

    Eduardo Cambuy, professor do Gran Concursos, afirma que, apesar de alguns órgão já terem indicado o interesse em participar da próxima edição do CNU, apenas será possível ter certeza sobre a participação das instituições após a divulgação do MGI.

    “O que podemos adiantar é que os cargos mais transversais, como aqueles na área de TI (Tecnologia da Informação), analistas técnicos administrativos e cargos de ATPS (Analista Técnico de Políticas Sociais) de ministérios não atendidos podem aparecer nessa nova edição”, diz o professor.

    Com relação aos salários esperados, Bruno Bezerra avalia que, com base nos últimos concursos públicos, as remunerações devem ficar entre 3 mil para cargos administrativos e 16 mil, no caso das agências reguladoras.

    POSSO ME PREPARAR PARA MAIS DE UM CONCURSO AO MESMO TEMPO?

    Para garantir maiores chances de aprovação, o candidato pode tentar prestar mais de um concurso, mas é ideal definir uma única área de estudos para garantir que irá chegar bem preparado para as provas.

    “É sabido que o candidato, para passar em uma prova, às vezes faça dois, três, quatro, cinco, dez concursos. Então, a cada prova que ele faz, se ele está dentro de uma mesma área, ele já sai mais forte porque já tem mais conhecimento acumulado”, diz o professor do Estratégia Concursos.

    O QUE FAZER NO DIA DE APLICAÇÃO DAS PROVAS?

    Com base na experiência do último concurso, os professores afirmam que, no sábado, dia anterior à aplicação das provas, é importante que os candidatos deixem seus documentos e canetas separados. Chegar com calma e antecedência é ideal para não acabar perdendo o horário.

    “Também é importante que o candidato se certifique, com base no edital, de alguns itens proibidos, como relógio, óculos escuros, boné e que ele vá com roupas e acessórios confortáveis”, explica Bezerra.

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  • ‘Ombro congelado’ atinge até 5% da população

    Imagine acordar de manhã e notar que seu braço está cada vez mais rígido, como se estivesse lentamente congelando e perdendo a mobilidade aos poucos. Essa é a situação vivida por quem enfrenta a capsulite adesiva, popularmente conhecida como ‘ombro congelado’. Embora o nome sugira uma relação com o frio, essa condição dolorosa nada tem a ver com temperatura, mas sim com a sensação de rigidez e dificuldade de movimento que traz aos pacientes.

    O ombro congelado é uma condição que afeta de 2% a 5% da população mundial é caracterizado pela inflamação da cápsula articular, estrutura que reveste e estabiliza a articulação do ombro. Essa inflamação provoca o espessamento da cápsula e a formação de aderências, limitando os movimentos da região e causando dor e rigidez.

    De acordo com Marcelo Campos, presidente da Sociedade Brasileira de Ombro e Cotovelo (SBCOC), nem sempre é possível identificar a causa exata da doença. No entanto, alguns fatores de risco estão associados ao seu desenvolvimento. “Idade, especialmente entre 40 e 60 anos; sexo, sendo as mulheres mais propensas, podendo estar relacionado a fatores hormonais,; além de condições como diabetes, doenças cardiovasculares, distúrbios da tireoide, incluindo hipertireoidismo e hipotireoidismo, e Parkinson. Traumas, lesões ou cirurgias na região do ombro também podem desencadear o problema”, lista o ortopedista.

    A síndrome do ombro congelado evolui em três fases. Na primeira, chamada de fase dolorosa, o paciente sente dores intensas, principalmente à noite, e dificuldade para realizar movimentos simples. Na segunda, a dor pode diminuir, mas a rigidez aumenta, limitando progressivamente a mobilidade do ombro. Já na terceira etapa, tanto a dor quanto a rigidez começam a regredir, e o ombro retoma gradualmente sua funcionalidade.

    “Ao perceber os primeiros sintomas, é fundamental procurar um ortopedista especialista em ombro. Ele realizará exames físicos e, se necessário, poderá solicitar exames de imagem, como raio-x, ultrassonografia ou ressonância magnética, para descartar outras condições, como artrite ou lesões no manguito rotador”, explica Campos.

    A recuperação completa do ombro congelado pode ser demorada, mas há tratamentos eficazes para aliviar os sintomas e acelerar a melhora. Entre as opções, estão o uso de analgésicos e anti-inflamatórios, sempre com prescrição médica, sessões de fisioterapia para reduzir a rigidez e, em casos mais graves, infiltrações com anestésicos para bloqueio do nervo supraescapular ou até mesmo cirurgia para liberar a articulação.

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  • Justiça suspende lei que altera nome da Guarda Civil para Polícia Municipal em São Bernardo do Campo

    Lei que alterou a nomenclatura da Guarda Municipal foi sancionada em 6 de março deste ano depois que a Câmara aprovou, por unanimidade, o projeto de lei do Executivo. A ação contra a lei foi proposta pelo procurador-geral de Justiça. Outras 13 cidades de SP já tiveram a mudança de nome impedida pela Justiça. Guarda Municipal de São Bernardo do Campo
    Divulgação
    O Tribunal de Justiça concedeu, nesta segunda-feira (17), uma liminar suspendendo a Lei Complementar nº 26/2025, que alterava o nome da Guarda Civil Municipal para Polícia Municipal de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.
    A ação foi movida pelo procurador-geral de Justiça, e o relator do caso, Álvaro Torres Júnior, destacou que a suspensão era necessária para evitar possíveis confusões sobre as atribuições da Guarda Civil Municipal e da polícia.
    A liminar permanecerá em vigor até o julgamento final da ação. Além disso, o relator solicitou que o presidente da Câmara Municipal forneça informações sobre a lei no prazo de 30 dias.
    Atualmente, a Guarda Municipal de São Bernardo do Campo conta com 1.005 agentes, de acordo com a prefeitura.
    A mudança no nome da Guarda Municipal foi aprovada por unanimidade pela Câmara e sancionada pelo prefeito Marcelo Lima (Podemos) em 6 de março deste ano. Segundo ele, a alteração vai além da nomenclatura e tem como objetivo garantir mais segurança jurídica às operações, proporcionando melhores condições de trabalho e treinamento aos agentes.
    “A mudança vai muito além do nome. O principal objetivo é garantir mais segurança jurídica para as operações policiais e, consequentemente, gerando mais segurança para a população da nossa cidade. Estamos valorizando nossos profissionais com mais treinamentos e melhores condições de trabalho, assegurando que tenham cada vez mais preparo e respaldo para atuar de forma eficiente”, declarou o prefeito Marcelo Lima (Podemos) ao assinar o documento que oficializou a nova nomenclatura.
    O g1 procurou a prefeitura para comentar sobre a liminar e aguarda o posicionamento.
    A corporação de São Bernardo do Campo tem 1.005 agentes municipais, segundo a prefeitura.
    15 cidades já contestadas
    A mudança de nome das GCMs já foi objeto de ações diretas de inconstitucionalidade em 15 cidades do estado de São Paulo que já tiveram essas mudanças de nome aprovadas nos devidos legislativos municipais. Em 14 delas já houve decisão favorável ao MP, impedindo a troca dos nomes.
    Em São Paulo, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) afirmou sobre a mudança do nome da Guarda Civil Metropolitana para “Polícia Metropolitana”.
    O anúncio ocorreu após o Supremo Tribunal Federal decidir que as guardas municipais têm condições de atuar em policiamento ostensivo e realizar prisões em flagrante.
    Contudo, o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, confirmou na última sexta-feira (14) que questionou na Justiça o projeto.
    Liminar veta mudança de nome da Guarda Civil
    Em Itaquaquecetuba, a Justiça já concedeu uma liminar em favor do Ministério Público, impedindo a mudança.
    Na decisão emitida, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP) disse que há indícios de inconstitucionalidade real no assunto e, portanto, a mudança está sendo barrada em caráter liminar para impedir que o município faça gastos desnecessários.
    “A norma impugnada contempla a execução de despesas públicas, o que autoriza concluir, numa análise perfunctória, com a possibilidade de a norma atacada poder vir a causar dano irreparável, ou de difícil reparação, ao erário (cofres municipais) e aos próprios munícipes”, disse o desembargador Ademir Benedito, relator do caso.
    Ele concedeu a liminar impugnando a mudança até que o caso seja julgado definitivamente pela corte.
    Abaixo, relação dos municípios em que a PGJ já ajuizou ADIN sobre o tema, todas julgadas procedentes pela Justiça:
    Artur Nogueira
    Itu
    Salto
    Santa Bárbara d’Oeste
    São Bernardo do Campo
    Amparo
    Cruzeiro
    Holambra
    Pitangueiras
    Jaguariúna
    Vinhedo
    Cosmópolis
    São Sebastião
    Itaquaquecetuba
    São Paulo (ainda não julgado)